Estúdio Marcelo Bresciani

Um pouco de arte, cultura, desenho, poesias e outras coisinhas mais

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Foco na produção artística

September 1st, 2009

http://marcelobresciani.blogspot.com/
Meu blog oficial

Algumas questões me fizeram optar pela ferramenta Blogger da Google em contra mão da escolha que alguns blogueiros têm feito, da utilização de ferramentas próprias em seus sites, como há muito estava fazendo. A escolha foi tomada devido ao trabalho que tinha para manter uma ferramenta própria. Não pretendo perder tempo gerindo a programação do blog e dar manutenção de um banco de dados. Meu pouco tempo quero destinar a produção de trabalhos, nada além disso. No Blogger, tenho a equipe de desenvolvedores do Google para isso. No blog interno do meu site muitas vezes fui negligente nas atualizações de versões da ferramenta.

Tenho apenas um problema para manter os posts há muito gravados. Não encontrei maneira de restaurar um backup no blogger deles. De qualquer maneira vou deixar a versão antiga do Blog para consulta, mas o novo conteúdo será lá na nova versão.

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O Bidu teve um importante papel na minha iniciação

August 26th, 2009

É muito legal relembrar pontos significativos do passado, ainda mais aqueles que nos impulsionaram para um caminho significativo, e no meu caso, perdura até hoje.
Eu devia ter entre seis ou sete anos, estava na casa de um tio (ou seria em um mercado? A memória não é tão boa assim) sendo cuidado por um primo bem mais velho e a namorada dele, até que ela, a Marilene que gostava de me deixar envergonhado, comenta que o Élcio sabia desenhar um Bidu e se eu quisesse era para pedir à ele. E eu pedi, e rapidamente ele com poucas linhas desenhou a cabeça do cachorro do Franjinha que são personagens da turma da Mônica do Maurício de Souza.

Gostei tanto daquele desenho que fiquei um bom tempo tentando fazer igual, mas sem muito sucesso. Daí em diante tenho praticado e me dedicado às artes. Acho que este foi o gatilho de iniciou a ignição, mas, como todo bom moleque descuidado não me lembro para onde foi parar aquele desenho.

Nas férias deste ano que passei na casa do meu primo, recordei esta passagem e pedi para ele fazer novamente o desenho. O Élcio ficou todo eufórico em conhecer o importante papel e recebi ontem por e-mail o novo desenho, com o compromisso de retornar quando possível para Santa Catarina. Mas por ironia do destino, nestas férias em papeis invertidos, estava em Jaraguá do Sul – SC- incentivando o meu primo a fazer sketches urbanas. A maior terapia, comenta ele.

Hoje ele não é mais casado com a Marilene e sim com a Bebete, que é uma excelente pessoa e por talvez nem tanta coincidência, se é que elas existem, ela é prima da minha esposa. Me deixou também curioso a evolução da tecnologia. Há alguns anos ganhava o desenho em uma folha qualquer, parafraseando Toquinho, e ontem recebo outro desenho, mas anexo a um e-mail.

(...)
E o futuro é uma astronave
Que tentamos pilotar
Não tem tempo, nem piedade
Nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
Muda a nossa vida
E depois convida
A rir ou chorar...

Nessa estrada não nos cabe
Conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe
Bem ao certo onde vai dar
Vamos todos
Numa linda passarela
De uma aquarela
Que um dia enfim
Descolorirá...

(...)

Aquarela
(Toquinho/Vinicius de Moraes/G.Morra/M.Fabrizio)

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Teste de estabilidade de pigmentos

August 17th, 2009


Há algum tempo tenho duvidado da qualidade de alguns materiais que utilizamos, em específico na questão da estabilidade do pimento, que é utilizado na fabricação das tintas. Nas lojas brasileiras temos materiais importados que são bem caros e certificados, algum material de fabricação nacional de boa qualidade e várias marcas baratas conseqüentemente duvidosas.

O pigmento não estável é aquele que desbota em contato prolongado com a luz, ficando com aparência de tinta lavada. Todo tipo de pigmento tem certa tolerância a luz. Alguns resistem por mais de quinhentos anos e outros com somente um ano já começam a perder a tonalidade original. Como poderia saber antes de empregar uma determinada tinta ao trabalho? A maioria das tintas importadas informam em uma tabela referência a resistência a luz (que não deve ser compreendida como transparência que é uma outra questão) e algumas mascas de nacionais também informam a resistência. Para o restante, a dúvida será muito produtiva.

Utilizar materia de baixa qualidade quando se está estudando pode ser justo para viabilizar o aprendizado, mas é necessário saber quando deveremos migrar para um material mais qualificado, a menos que queiramos ver a nossa obra ir se deteriorar com o passar dos anos. A durabilidade de um trabalho não é uma questão primordial , contudo, quanto mais tempo ela resistir ao tempo, melhor. Seguindo a dica de alguns amigos, montei uma tabela teste com algumas amostas que tenho certeza que irão desbotar e outras que cruzo os dedos para permanecerem como estão.

Conforme a imagem abaixo montei amostras com a mesma quantidade de tinta e água, com pinceladas espelhadas em uma folha de papel Canson Acid Free. Recortei a tabela em duas partes, a primeira deixei pendurada na parede do meu estúdio em um local bem iluminado mas não recebendo diretamente a luz do sol. A outra metade guardei na mesma pasta onde estou deixando os trabalhos deste ano, sem entrar em contato com qualquer tipo de luz.

Este teste será longo, pretendo deixar a metade exposta à luz por mais de um ano, e a cada mês comparando o estado de cada parte. Acredito que depois de um ano já da para ter uma boa idéia da qualidade de cada material e saber se foi bom negócio utilizar cada um deles.

A lista do material que estou testando é a seguinte:

Tinta da China Marrom Acrilex
Tinta da China Vede Acrilex
Nanquim trident
Aquarela Van Gogh (Talens)
Nanquim oriental em Barra
Tinta para Canetas Parker
Aquarela Rembrandt (Talens)
Tinta Acrílica Galeria (Winsor&Newton)
Aquarela escolar Pentel

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Fazendo uma caneta de bambu

August 9th, 2009

Há alguns anos havia feito a minha primeira caneta de bambu, mais por empolgação que por funcionalidade, pois havia visto a canetade outro amigo artista e lembrei que há muito este foi o método mais sofisticado de escrita. Há pouco mais de um mês, fazendo alguns trabalhos com uma caneta tinteiro (tinta da china) e me frustar pela tinta que acabou muito rápido, decidi buscar recursos mais baratos. Voltei ao velho bambu e fiquei encantado, perdendo o preconceito quando vi outro artista no SESCTV usando este estiloso material.
Há alguns dias construí uma nova caneta melhorada, e o passo a passo disponibilizo aqui para quem quiser fazer a sua própria caneta.

Como montei a minha caneta bambu para desenho

Consegui com um garoto uma vara fina de bambu verde, com entre 1 e 1,5 centímetros de diâmetro. Deixei-o secar por dois meses. Acredito que o tempo se secagem não seja necessário, podendo a caneta ser feita com ele ainda verde.

Cortei a vara com aproximadamente 25cm de comprimento
Com uma faca apontei a extremidade de maior diâmetro deixando-a parecida com uma pena de aço, das canetas bico-de-pena.

Fiz um furo com uma furadeira no centro da pena e abri o canal com um estilete. O furo é importante para impedir que a fenda do bico se estenda por todo o corpo da caneta.

Com estes passos simples, vamos aos testes. Utilizando um bom nanquim
Cada caneta produzida, tem a sua característica de traço, como peça artesanal, cada uma será única.
Diferente das penas de aço, procurei deixar a ponta mais rustica, criando um traço espeço que é uma característica marcante e que aprecio em desenhos.

Quando molhei a caneta virgem na tinta, percebi que a primeira carga chupou muita tinta, preenchendo o corpo da ponta. O resultado obtido foi diferente, utilizando nanquim e tinta para caneta tinteiro que é mais fluído que a primeira. Para limpeza, não se preocupe em retirar por completo a marca da tinta, pois ela nunca sairá, passe de leve um pano ou um papel toalha removendo o excesso.

Como na escultura, a caneta já estava dentro do bambu, o artesão somente a descobriu ali dentro.
Acho o bambu rustico estiloso, porem é possível trabalhar o corpo da caneta com entalhes, tinta ou marcas de metal quente, ao gosto e criatividade do artista. A minha irá ficar assim. Curtí.

Mais dicas, você poderá me acompanhar no Twitter ~ @marceloj ~ http://www.twitter.com/marceloj

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Eu no twitter

April 20th, 2009

Acabei de ingressar na comunidade Twitter.
Vamos ver o que pega por lá...

http://twitter.com/marceloj

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Espontaneidade - Residual

April 15th, 2009

Muitas vezes não tenho me preocupado se a técnica é precisa ou o equipamento é adequado. Acima de tudo venho construíndo imagens e me servindo daquilo que tenho em mãos. Esta aqui foi com o iPhone. Curti o efeito atmosférico no baita congestionamento em São Paulo, ontem quando voltava para a casa, caminhando na Av Braz Leme. Andar me faz pensar quanto tempo perdemos tentando achar meios rápidos de resolver aquilo que não precisava ter pressa.

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O maior barato!! Agora sou um novo membro do grupo Urban Sketchers!

April 10th, 2009

Conheci o pessoal do Urban Sketchers há pouco mais de seis meses e com ele tenho me estimulado a fazer algo que sempre gostei, mas que uma timidez meio besta me impedia, sair para as ruas para desenhar ou fotografar, sem nenhuma grande de fazer a obra prima. As vezes agente se frustra e custamos a aceitar que somos eternos estudantes. A obra prima e fruo de intensa dedicação e disciplina, e não só de poucos dias ou meses de prática, e sim de anos de trabalho duro e intenso, e muitas vezes executado neste longo tempo no isolamento solitário de um estúdio.

O pessoal deste grupo está espalhado pelo mundo inteiro, e se reúnem em torno do Blog e o grupo do Flickr deste pessoal. O maior barato é que lá podemos conhecer o mundo inteiro por desenhos (ou simplesmente rabiscos) do pessoal que é membro e alguns também correspondentes...

Desenhar nas ruas é interessante. As vezes as pessoas passam e ficam olhando como se você fosse um extra terrestre. Pode-se fazer qualquer coisa nas ruas, alguns acreditam que até sexo, mas desenhar deve ser coisa de bicho esquisito. Aos poucos vou quebrando este conceito, que às vezes acredito que deve estar dentro de mim. Lá no Urban, vejo algumas pessoas desenhando no metrô, em suas viagens de ida e volta para o trabalho. A impressão que tenho é que as pessoas agem de forma natural. Como será que alguém deve se sentir sendo desenhando no Metrô de Londres, e talvez como as pessoas do metrô de São Paulo se sentiria? Isso é talvez algo que eu ainda venha descobrir. Lá na Europa é muito comum as pessoas utilizarem transporte coletivo para irem de casa para o trabalho. Lá o transporte é eficiente e mais confortável. Aqui a falta de investimento incentiva o hábito solitário de incontáveis carros com um único ocupante. O Brasileiro tem dessas, além de ser um povo muito caloroso é também um pouco solitário.

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Um passeio de harmonia e paz. Tenho praticado um pouco fotografia p&b

April 9th, 2009

Passando um pouco as encrencas do ultimo mês, a arte deve seguir o seu curso natural. A harmonia é o ponto chave para qualquer criação, seja ela artística e bem intencionada ou também para a arte contemporânea que acredito que também devesse se basear na harmonia. Outra vez uma colega comentou de um artista que escreveu alguns sons onde substituía algumas notas por outras diferentes, obedecendo algum tipo de regra. O resultado por ela narrado foi algo completamente fora de harmonia. Para mim, acredito que a harmonia é aquela que agrada os sentidos. Mesmo alguns temas da arte contemporânea possuem a sua harmonia.
Há alguns dias fui até a Cidade de Aparecida do Norte para visitar a basílica de nossa Senhora, mas como de costume não poderia deixar de fotografar.  A espiritualidade de alguma forma também traz a mesma harmonia da arte. Acredito que a harmonia é um dos grandes pilares, talvez o principal que sustente o homem conferindo-lhe energia para o dia-a-dia e conseqüentemente criar.
No Flickr eu já havia publicado alguns desenhos daquele dia. As fotos demorei, pois haviam outras ainda que estavam atrasadas e aguardando edição. Faz tempo que incluí o Lightroom no meu workflow e que tem se mostrado muito ágil para qualquer tipo de ajustes, até mesmo os mais complicados. O DAM (Digital Asset Management) fica muito eficiente incluindo este software, que entre outras coisas também serve para catalogar imagens... Mas ainda não achei outro melhor para catalogação como o iView... O Bridge para isso é pesadaço, não compensando utilizar.
Aqui uma vista do trabalho. O restante pode ser conferido no Flickr.

 

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O Submarino não honra seus clientes - Problemas com meu iPhone

March 17th, 2009

Será que o mercado clandestino, compreendido como aqueles comerciantes que compram produtos no exterior entrando no país de maneira obscura e sem pagar impostos, possuem processos de assistência técnica e substituição de produtos defeituosos de maneira mais eficiente e valorizando o cliente que as lojas e representantes oficiais? A loja substituir um produto quando o fabricante não possui assistência no país é ético? Seria ética a postura da loja lavar as mãos para um cliente lesionado? Esta questão tentou me abater agora que enfrento um problema de um iPhone 3G que comprei no Submarino e que apresentou problema de fabricação após sete dias da compra.

iphoneComprei um iPhone no Submarino no dia 14 de fevereiro e ele funcionou perfeitamente até 2 de março. O aparelho é fantástico, dá para ler e-mails, navegar na Internet em 3G, visualizar fotos e vídeos e ainda funções de GPS. Aconteceu que desde o começo do mês (2 de março) a conectividade com as redes wi-fi parou de funcionar, aí começou o pesadelo... Não conecta em casa, não conecta em redes públicas. Pedi para o pessoal de redes do meu trabalho configurar e também não conseguiram, algo que antes se resumia em escolher a rede e digitar a senha.

Pesquisando na Internet descobri que outros usuários tiveram o mesmo problema, e no caso deles a operadora (VIVO) substituiu o aparelho.

Procurei a rede autorizada Apple e descobri que nenhuma empresa dá suporte ao iPhone aqui no Brasil, apesar dele ter um ano de garantia e um bonito logotipo da Anatel na parte posterior.

Liguei na Apple (11 5503-0090) e eles informaram que eles não dão assistência ao iPhone e que centralizam o atendimento nas operadoras. Procurei a Vivo (protocolo 2009110322653), que era a operadora onde o iPhone estava bloqueado e eles recusaram a assistência pois a nota fiscal de venda foi emitida pelo Submarino. Apelei ao Submarino (no dia 5 de março) e após uma longa semana de espera, com minha insistente cobrança, fui informado ontem (16 de março) pelo atendente do setor de trocas David, em nome da coordenadora de trocas Priscila Luiza, que o Submarino se recusa a substituição (ou assistência) ao aparelho defeituoso e vendido por eles (chamado 69598452 / 69061553).

O Submarino não resolve, a Vivo não resolve, a Apple do Brasil não resolve, pois as operadoras compram o aparelho fora do país e o vendem passando sobre a competência da Apple Brasil. O Submarino compra o produto da Vivo e vende ao preço que convir. Agora estou com um abacaxi na mão... (não mais uma maça)...

Não teria o direito assegurado pelo código de defesa do consumidor, de que se um produto vendido e que não tenha suporte no país a loja se tornaria responsável?

iphone-steveAinda precisei agüentar a zombaria de um conhecido, comerciante do MercadoLivre que vende iPhones desbloqueados, mais baratos que nas lojas oficiais, que se isso houvesse acontecido com um produto vendido por ele eu seria prontamente atendido. Estes iPhones desbloqueados e vendidos fora das operadoras tem entrada duvidosa no país, e então pensei, que querendo agir dentro da legalidade, comprando um produto com Nota Fiscal e pagando todos os impostos haveria de sair lesado? Será que os processos do mercado clandestino são mais éticos que o mercado formal no que diz respeito aos direitos do consumidor, como este caso do Submarino? Ainda assim penso que agi de maneira correta e mesmo com toda esta demora para resolução de um problema, com a moral completamente limpa apelo a fundação Procon e os canais de imprensa deste país.

O iPhone foi o aparelho que sempre sonhei, e acredito que seja a maior inovação após o Macinotsh e o iPod que ainda tenho o meu. Aprecio os produtos da Apple há muito, como usuário de Macintosh, e acredito que este defeito no meu iPhone é um caso isolado, e que devido ao descaso das empresas Brasileiras citadas denegrirem a imagem do produto.

Precisaria da ajuda de alguém para traduzir para o Inglês esta apelação para que possa encaminha-la a Apple na California, reclamando destas empresas que vendem o iPhone no Brasil. Quem sabe se Steve Jobs ler esta apelação eu possa ser atendido...

Abraços desiludidos com a ética do Submarino.

 

submarino  vivo100 

Post-Scriptum
Estou publicando este texto em meu blog pessoal, enviando-o ao Jornalista Heródoto Barbeiro da rádio CBN que possui postura a favor da ética nos negócios, e demais veículos que ora ache prudente divulgar para que clientes evitem comprar no Submarino e ocasionalmente sejam lesados.

Também inicio uma queixa na fundação Procon, também terá conhecimento a Apple do Brasil, o SAC do Submarino e o SAC da Vivo.

Pedido do Submarino Número: 102895745

Nota Fiscal: 343056

 

submarino-abacaxi

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Primeiro Moleskine

February 24th, 2009

Talvez comece de traz para frente
Ou talvez da frente para traz
Senti que era o ponto necessário
Este primeiro ponto, o primeiro sketch
Ainda quem sabe ache uma maneira de entender
Ou somente deixe o tempo passar
Mantendo a honra, aprimorando habilidades
Este será o meu caminho

Ainda me recordo que
O tempo não para

Mas não me isento de surpresas... .

 

 

First Moleskine

Maybe I was started at the end to the begin
Or perhaps I do to the beginning to end
I feeling this is the necessary point
This first point, the first sketch
Still maybe found one way to understand
or perhaps I leaves the time pass
Maintaining the honor, perfecting abilities
This will be my way

Still I remember
The time don’t stop

But not me exempt by surprises... .

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